Olha só Another Oh Hae Young

IE001967051_STD_99_20160524185304

Nome: Another Oh Hae Young/ 또! 오해영

Ano: 2016

Dá para olhar aqui

Sinopse: Era uma vez a primeira Oh Hae Young. Uma pessoa de beleza média, com uma vida mediana e com um noivo que… vá lá, mediano. Heis que um dia seu noivo diz que não, não quer se casar com ela. Ela, na depressão e tristeza pela rejeição, conhece Do Kyung, alguém que pode ser a cura para a sua tristeza…

Exceto que ele foi a causa! Do Kyung confunde a primeira Oh Hae Young com a segunda Oh Hae Young, sua noiva, e destrói o noivado dela… Da primeira Oh Hae Young, no caso. Daí ele tenta compensar com a primeira Oh Hae Young e já viu né =P

Porque olhar: Oh Hae Young ( A primeira hahaha) é tudo aquilo que eu, você e nós somos: Uma pessoa mediana, que sofre por amor que nem cachorro vira lata, corre atrás dos homens porque não quer ficar sozinha e sabe aproveitar todas as oportunidades que também estão carentes na sua frente =P

Se você já passou por um pé na bunda e gosta de ver alguém superando esse momento, esse drama é para você. A história em geral tem essa vibe de que é possível amar de novo mesmo que seja tudo um mal entendido.

Mas fica aqui meu aviso: Do Kyung vai te estragar para os homens da vida real. Homens da vida real geralmente fogem das Oh Hae Young da vida real.

O que ajuda na jornada: A primeira Oh Hae Young é alguém altamente gostável e, na minha humilde opinião, a segunda também é. A primeira e protagonista é do tipo de pessoa que você adoraria ser amiga e bater altos papos com ela.

AnotherOHY
Quem nunca quis fazer isso perto do Crush?

Do Kyung e seus amigos também tem uma participação legal e não fica aquela forçação de barra que por vezes são os personagens secundários.

Do Kyung tem visões ao longo do drama que te deixa prontinha para ir para o próximo episódio, às vezes sabendo o que vai acontecer, às vezes não.

Junto com o romance um tanto clichê, tem um mistério no meio que não te deixa ficar entediada e te premia com um final surpresa e fofinho =D

Os protagonistas tem química e estão quase explodindo!

O que não ajuda: Sabe aquele drama em que o protagonista não quer se declarar para a protogonista porque tem X problema e não quer que ela saiba, daí ela acha que ele não ama ela e fica sofrendo e etc e etc…

Sim, tem muito disso. Se por um lado eu entendo as razões dele, enche o saco depois de alguns episódios. Mas a verdade é que todo esse drama de “quero mas não devo” nos proporciona alguns momentos bem… memoráveis hahaha

AOHY Abraço
Olha a mãozinha! hahaha

Em resumo:  Tá afim de um romance mais maduro, com cenas para rir e sentir vergonha alheia e ser premiada com um final bom? É isso que você estava procurando!

Olha só Who Are You – School 2015

Ah! Se os roteiristas soubessem o quanto troca de identidades dá um boa história

Who_Are_You-_School_2015-p1
Who Are You – School 2015, com Kim So Hyun, Nam Joo Hyuk e Yook Sung Jae

Nome: Who Are You: School 2015/후아유: 학교 2015

Ano: 2015

Dá para olhar aqui

Sinopse: Era uma vez duas garotas idênticas. Uma vive em um orfanato e a outra vive com a mãe. As duas frequentam a escola de forma totalmente oposta: Eun Bi, orfã, é vítima de buylling; Eun Byeol é popular na escola. Quando Eun Byeol vai para a cidade de Eun Bi em uma viagem escolar, ela desaparece e Eun Bi toma o seu lugar, só que com um detalhe: Ela não lembra seu próprio nome. Nem o fato de que ela é Eun Bi e não Eun Byeol.

Porque Olhar: Porque tem usurpadora feellings gente! Não é segredo para ninguém a minha paixão por essa novela. Se apaixonar pelo mocinho que na verdade era apaixonado pela gêmea é um prato cheio, assim como ver a mocinha se meter em enrascada por causa do que a gêmea (má?) fez =D

No caso de Who Are You, nós temos o cenário escolar e toda aquela sensação do primeiro amor… que na verdade é um triângulo amoroso. Aliás, sobre esse triângulo, ele é bastante convincente e super zoado – mas fica o alerta: cuidado para não shippar errado!

Ou não… na verdade não tem como torcer para o casal certo. O certo é deixar o drama te levar.

A moça que interpreta as Euns está um amorzinho e as gêmeas ganham realmente personalidades distintas com ela. Ao lado dela, o outro prêmio vai para o Han Yi Yang, interpretado por um ator que não conhecia. Ele é novinho e faz papel de novinho convicente.

E, gente, que moço alto! Eu achava que não tinha um fraco por homens altos, mas ele me provou o contrário.

Ai meu corassaum
Ai meu corassaum

Já o moço da outra ponta do triângulo também desempenha bem o seu papel – e é mais um caso de idol em dramas. A ele coube a parte do adolescente rebelde… Que no começo não me convenceu. Mas já para o final estava torcendo por ele!

Esse é um dos poucos dramas que contém o tema bullying mas não deixa solto como foi o caso de Angry Mom. As gêmeas mostram os dois lados para se lidar com isso: uma deixa claro que a culpa não é da vítima e a outra deixa claro que se defender também é uma ótima opção.

E a trilha sonora? tem um rockizinho bem legal que quebra a monotonia das baladas românticas que nunca deixam os dramas coreanos. Mas, como as baladas românticas não podem faltar, também tem a Younha e a Yoon Mi Rae para romantizar.

O que ajuda na jornada: Um primeiro episódio bom pra mais de metro! Aos 10 minutos eu já tinha a certeza de que esse eu ia até o final – dito e feito.

Já falei e vou repetir: quem não adora troca de identidade/amnésia gente? A mocinha se readaptar a um novo ambiente ao mesmo tempo que a outra está desaparecida é tão velho como andar pra frente – mas tão divertido quanto.

O recurso de depoimentos dos personagens no começo de cada episódio – usado também no famoso “You who came from stars” – é ótimo para adicionar um toque de drama e realismo, sem falar que nos faz entender melhor como eles se sentem diante de tudo o que acontece. Particularmente, eu adoro esse recurso! Uma pena que depois de um tempo eles esquecem disso.

O que não ajuda: Infelizmente tem sim os momentos de tédio. A parte em que o povo briga te deixa meio com sono, mas, não desista que daqui a pouco vem um plot twist muito legal! Daí pro final volta a ser tão interessante como o começo.

Sabe o recurso de depoimentos que falei que adorava? como eu já disse não é em todo episódio – mas nos que tem é legal.

Outra ponto é a confusão de quem fica com quem no final… Eu acho que mais ajuda do que atrapalha a jornada, mas como tem muita gente que gosta dos casais claros e definidos pode ser um empecilho. Fica o alerta: o final é um pouco aberto.

Bônus

Sabe o lugar em que a Eun Byeol desapareceu? Eu estive lá! A vista de lá de cima é mara! Confere só o vídeo

Olha só Mask

Foi só bater o olho na sinopse antes de estrear que eu sabia que ia ser sucesso!

Mask, com Su Ae e Ju Jin Hoon
Mask, com Su Ae e Ju Jin Hoon

Nome: Mask/ 가면

Ano: 2015

Sinopse: Byun Ji é alguém da classe média, com uma vida média e problemas de classe média. Seu pai está afundando em dívidas, sem irmão só se mete em encrencas e sua mãe trabalha que nem um burro de carga. Ela, por sua vez, também tenta sobreviver trabalhando no shopping como vendedora. A sorte (ou azar) dela muda quando So Eun Ha, a rica herdeira de casamento marcado com outro rico herdeiro (Min Woo) se encontra meio… morta, e querem substituí-la por uma cópia… que é a própria Byun Ji!

Dá para olhar aqui

Porque olhar: Não importa quantos desse tipo já tenha sido feito, troca de identidade sempre vai te dar aquele friozinho na barriga quando alguém está prestes a descobrir! Sem falar no dilema clássico que sempre lembra a novela Usurpadora de se apaixonar pelo marido que não é seu.

Mask tem tudo o que uma troca de identidade pede: testes de DNA, chantagem, casa pegando fogoe aquela sensação de romance proibido. E quem não gosta disso né?

A Su Ae está uma fofa no papel de Byun Ji/So Eun Ha. Aliás ela é uma fofa!

Su Ae e seu sorriso fofo
Su Ae e seu sorriso

O ponto forte desse drama é sem dúvida a Byun Ji. Chantageada pelo Suk, sua personagem foi bem verdadeira em sua evolução. Ela passa pela negação, depressão e aceitação da sua situação de forma natural, sem aquela aceleração/lentidão que por vezes acontece. Ela sofre no tempo dela mas também dá a volta por cima – triunfante, do jeito que a gente gosta =D

O relacionamento dela com Suk hoon é, na verdade, o que sustenta boa parte da história. E que atuação boa do Yeon Jeon Hun! Dá para sentir medo das chantagens dele – outro vilão que adoramos odiar.

Olha aqui!
         Olha aqui!

Também me atraiu muito o fato de que a Byun Ji não acabou sendo aquelas desmioladas que fazem tudo pelo amor de um homem; ao contrário, ela está mais preocupada com o bem estar da própria família. O que faz dela uma personagem mais madura que muitas heroínas de drama por aí.

Mãe é mãe
Mãe é mãe

O que ajuda na jornada: São 20 episódios equilibrados. o começo te dá mais vontade e tem mais interação do que a metade, é verdade, mas uma vez que você está no bonde é fácil percorrer o caminho inteiro sem arrependimento algum.

O enredo de troca de identidade é um dos enredos mais automáticos que conheço pois sempre segue a ordem de: troca de identidade->chantagem/medo de ser descoberta->os momentos de quase descoberta por causa de algum vacilo e finalmente a descoberta. Como isso vai acontecer no caso da Byun Ji e do Min woo é que é interessante de se ver.

Os episódios são nomeados de acordo com um tema e é super interessante ver como eles desenvolvem esse tema ao longo daquele episódio. É o tipo de coisa que eu adoro analisar =P

O que não ajuda: A Byun Ji se apaixonando pelo Min Woo é processo duvidoso… mas no final você acaba acreditando. Poderia ter sido melhor.

Outra coisa que poderia ter sido melhor foi a atuação do Ju Jin Hoon como Min Woo. Ele está tão fraco que ficou ofuscado pela Su Ae e o Yeon Jeon Hun. Até a Yu In Young no papel da irmã dele estava melhor. Consequencia por ter ficado fora das telas por muito tempo? Difícil saber.

Mask Min Woo
Um dos poucos “méritos” dele hahaha

Em resumo: Se você é fã de a usurpadora e adora uma troca de identidade, vai sem medo.

P.S.: No episódio 13 os personagens vão visitar Damyang, a cidade coreana em que acontece o festival de bambu. Eu já estive e queria tirar vantagem mostrar para vocês o quão perto eu estive de encontrar a fofa da Su Ae:

Os pombinhos
                     Os pombinhos
E eu
                           E eu

Olha só Angry Mom

Bullying exagerado pode fazer um bom drama? Sei lá, mas uma mãe disfarçada de estudante certamente é!

Angry Mom, com Kim Hee Sun, Kim Yoo Jung e Ji Hyun Woo
Angry Mom, com Kim Hee Sun, Kim Yoo Jung e Ji Hyun Woo

Nome: Angry Mom/앵그리맘

Ano: 2015

Sinpose: Bullying na vida escolar é um fato. Mas não para Kang Ja, que virou mãe quando ainda era adolescente e era gânster nas horas vagas. Ao descobrir que sua filha, Ah Ran, está sofrendo um bullying pesado na escola, resolve denunciar os malfeitores.. mas a vida não é tão simples né? Niguém irá ouvir a mãe de uma estudante que está sendo maltratada pelo filho do dono da escola. E é assim que Kang Ja faz o que qualquer mãe com raiva faria: se disfarça de estudante para descobrir e punir ela mesma os malfeitores. Afinal, se você quer algo bem feito deve fazer você mesmo, não é verdade?

Dá para olhar aqui

Porque olhar: Levante a mão quem não se amarra ver pessoas disfarçadas se infiltrarem em um colégio. Sendo receita de sucesso de muitos filmes, com esse drama  não poderia ser diferente. As aventuras de Kang Ja como Jo BangWol te arranca umas boas risadas pois a atuação da Kim Sun Hee é ótima! Interpretar uma adolescente de 15 anos com quase 40 não é problema nenhum para ela.

“Angry” não é à toa!

A história, como eu disse, é um comédia balanceada com o drama que é o bullying escolar. A luta da mãe da Ah Ran parece forçado, é verdade. Mas uma coisa eu digo tendo vivido aqui na Coreia por quase 1 ano: O que parece forçado muitas vezes é a realidade.

O drama conta com personagens bastantes memoráveis como Go Bok Dong e a própria Kang Ja. Aliás, a Kim Sun Hee tá dando um show nesse drama!

AM cabelo

Outra que também está ótima é a Kim You Jung. E como ela cresceu! o que não mudou em nada a boa atuação dela.

A história segue a linha bem comum de comédia e uma sucessão de dramas (e bota drama nisso!). Ela é capaz de te fazer rir por três episódios seguidos e ficar tensa até o final. Outro ponto que segura a história é a questão da paternidade da Oh Ah Ran. E, gente, como eu sofri nessa!

A trilha sonora é também bastante única. Ela foi produzida pelo trompetista da banda Winterplay – que eu já amava antes – então é recheada de trompete. É muito legal ver músicas do última álbum do winterplay no drama, como a ótima “Yoboseyo”. Outra música memorável é a I´m sorry, I love you da Ali.

Aliás, até a Kim Sun Hee se arriscou a cantar nesse drama.

O que ajuda na jornada: como eu disse, o combo comédia-drama deu certo! O relacionamento da Kang Ja com o Bok Dong te arranca boas risadas, quando não a própria Ah Ran. Até a Gong Ju, com os seus gansters de tiara também é engraçado.

AM comedia

Em sequencia vêm o drama. A certa altura, o drama se desenvolve em torno de dois grandes crimes. Um é até um pouco entediante, mas o outro não tem como ser!

Basta ter uma mãe – não precisa nem ser uma – para provar do sofrimento da Kang Ja. Injustiçada de várias maneiras, eu sentia vontade de ir abraçar a minha mãe toda vez que a Ali começava cantar. Não porque ela passou por isso; mas porque de alguma forma todas as mães estão sujeitas a se sentir agonizadas desse jeito. Fica aqui a campanha: você já abraçou sua mãe hoje? hahaha

O que não ajuda: Os primeiros episódios. São apenas 16 episódios mas do segundo para o terceiro para mim foi um tanto fraco. Até deixei de molho um pouco antes de voltar a ver. Mas, uma vez que você engata, ele vai em frente!

Em resumo: Tenha certeza de que pode abraçar a sua mãe quando ver esse drama. Não importa quem ou onde ela esteja, todas elas merecem.

Olha só Cruel City (a.k.a Heartless City)

Quem diria que a luta entre traficante e policiais disfarçados poderia dar certo em um drama coreano?

Heartless city, com Lee Jae Yoon, Jung Kyung Ho e Nam Gyu Ri
Heartless city, com Lee Jae Yoon, Jung Kyung Ho e Nam Gyu Ri

Nome: Cruel City/ Heartless City/무정도시

Ano: 2014

Dá para olhar aqui

Sinopse: Seoul, Coreia do Sul. Era uma vez um traficante que está chegando cada vez mais ao topo da cadeia alimentar; Era uma vez, também, um policial e sua namorada que estão querendo chegar cada vez mais perto dessa tal cadeia. É assim que se desenvolve Heartless City: um correndo atrás do outro.

Porque olhar: Se você cansou do açúcar dos romances aqui está uma boa dose de sangue bem feito. O título inicial do drama – undercover – te dá uma ideia da sucessão de surpresas da qual esse drama é feito. A história principal é contada com alguns flashbacks mas sem deixar para trás a história que está rolando no momento. É o tipo de narração que eu adoro!

HC tapa

O desenrolar, como um todo, é um pouco previsível – admito –  mas o final tem espaços para uns bons xingamentos e “como assim(s)??”

O que ajuda na jornada: A história é contada de maneira tão fluída que 20 episódios não parecem nada. O Personagem de Jung Kyung Ho (Doctor´s son) é algo que dá gosto de ver. Eu já era fã desse ator desde que vi o filme “My Lovely Week” e me apaixonei mais ainda. Tá certo que o personagem em si é bastante inexpressivo, mas, quando se expressa, dá um show. Tem um ótima matéria sobre ele no BrazilKorea

HC why

Outra grata surpresa é o gatíssimo Lee Jae Yoon. Com uma atuação decente ele leva o drama até o fim e ainda serve de colírio para os nossos olhos

Aquele momento estranho de um ângulo estranho
Aquele momento estranho de um ângulo estranho

O que falar da química do casal principal? a atriz que faz par com o Doctor´s son também é uma grata surpresa; Nam Gyu Ri parece tanto uma boneca que eu julgava incapaz de atuar. Mas sim, ela faz um bom trabalho e nos presenteia com beijos como esse:

HC bj

O que não ajuda: O primeiro episódio e só! Devo confessar que o primeiro episódio não me atraiu de maneira nenhuma. Entre o primeiro e o segundo episódio demorei meses. Mas como tenho a política de largar um drama apenas no segundo episódio segui em frente. Ainda bem!

O primeiro episódio é realmente perdido porque parece que você pegou o bonde andando. Mas com o recurso dos flashbacks dá para pegar o bonde rapidinho.

O desenvolvimento do casal principal é, também, de certa forma duvidoso e pouco crível. O drama dá mais prioridade à briga de gato e rato do que aos pombinhos. Fazer o quê, né?

Em resumo: Cansou daquela velha história da mocinha correndo atrás do mocinho e vice versa? Esse drama é para você. Aqui quem corre é para salvar a própria vida.

Olha só Empress Ki

Ki Sunyang é uma mulher forte, daquelas que bate em homem e se torna uma imperatriz. Pura diversão!

Empress Ki, com Ha Ji Won
Empress Ki, com Ha Ji Won

Nome: Empress Ki/ 기황후

Ano: 2013

Sinopse: A vida não é fácil quando se é mulher. Principalmente quando a antiga dinastia coreana tinha o dever de enviar várias mulheres e crianças para servir de concubinas e serventes na dinastia Yuan chinesa. E você é uma delas. Foi isso que quase aconteceu com SungNyang. Ela deu a volta por cima e acabou por se tornar a Imperatriz Chinesa.

Dá para olhar aqui

Porque olhar: Motivos não faltam! mas vamos lá: primeiramente temos a fotografia fantástica de quase todos os dramas históricos – que dessa vez inclui as instalações da China e não somente da Coreia. Segundamente (=P) a protagonista: Ha Ji Won encaminhando pros 40 anos parece jovem e ainda dá conta do recado. Ela é, sem dúvida, uma heroína que te inspira.

Dois homens atrás de mim. Que saco.
Dois homens atrás de mim. Que saco.

São 50 episódios recheados de boys magias. Tá, confesso que, para mim, o rei coreano não tem tanta magia quanto o Imperador chinês. Ju Jin Mo é um quarentão conservado, mas ainda não consigo achar bonito. Já o Imperador interpretado por Ji Chang Uk tá chegando nos 30 e dá um caldão! Também tem os chineses maus que dão um caldinho =P

Caldão <3
Caldão ❤

Mesmo assim, eu gostei dos dois com ela, tanto o Rei como o Imperador. Aliás, que escolha sofrida é tentar saber com quem ela deve ficar! Porque ela está em um, odeia o outro, ai desenvolve outros sentimentos, uma confusão! E um ótimo motivo para ver! Cansou de dramas que é óbvio com que a protagonista vai ficar e quer sofrer/duvidar um pouco? Corra para ver esse!

Outro ponto legal são as intrigas palacianas: esse tem pra dá e vender. Dá até vontade de ler os clássicos chineses como A arte de guerra. E é exatamente por causa dessas intrigas que você mal pode esperar por mais um episódio!

Momento
Momento “Te pego lá fora”

Eu simplesmente adooooro quando tudo parece estar perdido e a protagonista tem aquela ideia brilhante. Sem falar nos vilões; um pouco clichê, talvez, mas é o tipo de vilão que amamos odiar!

O que ajuda na jornada? Por ser 50 episódios, o centro da trama muda a cada episódio. Apesar de parecer longo, a história se encaminha de modo que você está no episódio 30 mas ainda não sentiu isso. Até o episódio 30 parece que a história mal começou!

A trilha sonora, também, não deixa a desejar. Algumas cenas de batalhas feitas com músicas românticas deram um contraste ótimo para os sentimentos dos personagens. Mas fala sério, se em 50 episódios não tivesse música boa alguma coisa a MBC estaria fazendo de errado! Destaque para a música do Ji Chang Wook mais para o final; adoro vozes graves.

O figurino é um primor! as cores que ela usa durante o drama dá gosto de ver.

Fonte: http://forums.soompi.com/en/topic/335840-drama-20132014-%E2%99%9A-empress-ki-%EA%B8%B0%ED%99%A9%ED%9B%84-%E2%99%9A/?page=1290#comment-17658153
Fonte: Soompi

O triangulo amoroso, também, é um bônus. Não lembro de ter visto uma mocinha de drama realmente amar dois homens. E isso, para mim, só tem a enriquecer esse drama.

O que não ajuda: 50 episódios são sinônimos de preguiça. O começo me prendeu naturalmente,mas, para algumas pessoas talvez não seja o caso. Para dizer a verdade, quando chega nos episódios 40 dá uma sensação de cansaço. Mas, ajoelhou tem que rezar. Fica cansativo mas o roteiro ainda é ótima e se sustenta. Dá preguiça, mas, se vocês deixarem a preguiça de lado eu garanto: Vale a galinha inteira! Mal passam mais 3 episódios você está fissurada de novo – e assim até o final.

Outra coisa ruim é que, se você não tem um pouco desse instinto masoquista que eu tenho, não vai gostar da protagonista indo de um homem para outro e talvez nem ache os seus motivos válidos. Pois eu achei e consegui acompanhar os sentimentos dela. Aliás, uma dica: não tome lados dos homens, se não é frustração na certa.

E, mais para o final, a coisa fica super tensa… tão tensa que, mesmo os vilões que eu amava odiar não estava odiando mais. Deu até dó. Sem falar no desgaste da heroína. Ela se desenvolve super bem como pessoa mas… fica um certo vazio de quando todos os seus sonhos são esmagados pela realidade.

EK Chorei

Em Resumo: Dramas épicos são épicos por um bom motivo: seu coração passa por uma verdadeira Odisseia. É só a preguiça que te impede de ver e gostar porque todos os ingredientes de um bom drama estão aqui =D

Olha só Nine – Nine Times Time Travel

Já comentei que adoro viagens no tempo? Pois é, falou viagem no tempo já quero ver. Nove vezes então…

Nine, com Park Seong U e  Ju Min Yeong
Nine, com Park Seong U e Ju Min Yeong

Nome: Nine: Nine Times Time Travel/나인: 아홉 번의 시간여행

Ano: 2013

Sinopse: Era uma vez um âncora – Park Sun Woo – que é um tanto viciado no trabalho. Ele descobre que tem câncer (ah! o câncer!) e tem apenas 6 meses de vida. Dito isso ele faz o que todo herói de drama não faz nessa situação: pede em casamento sua namorada e desmascara um velho inimigo. O quadro piora quando ele encontra o corpo do seu irmão.. mas melhora quando encontra 9 incensos que o permitem viajar no tempo. Sortudo ou não?

Dá para olhar aqui

Porque olhar: É um conceito diferente de viagem no tempo. Apesar de ter algumas semelhanças com o filme “Efeito Borboleta”, por exemplo, não é esse caminho que a história toma. Aliás, dá-lhe caminhos! é o tipo de drama em que nada fica parado por muito tempo.

O protagonista tem uma boa personalidade. Ele é sacana, às vezes parece que não está nem aí mas está sim. Ele sofre na medida certa e segue em frente na medida certa. Já a protagonista é, também, petulante. Mas, como ninguém é perfeito… Eu gostava dela até certos eventos acontecerem. Assistam e julguem por si mesma se ela realmente foi digna dele.

Primeira vez que vejo alguém dar dedo em dramas =O
Primeira vez que vejo alguém dar dedo em dramas =O

A história, como um todo, é muito divertida. Sem falar que tem a lição implícita – muito comum em viagens no tempo – que mudar o passado não mudam as pessoas e suas personalidades. E nem (ironicamente) o que aconteceu.

O que ajuda na jornada: 20 episódios não é problema para esse drama. Com tantas voltas e reviravoltas 20 parecem ter sido muito pouco – principalmente nos episódios finais. Os protagonistas tem uma química considerável e o final de cada episódios contam com bons “cliffhanger” (ganchos).

Quase morrendo mas não está morto não =P
Quase morrendo mas não está morto não =P

O que não ajuda: Confesso que fiquei um pouco entendiada quando a história se passava no passado. Boa parte da história gira em torno dos problemas familiares que Park Sun Woo tem com o seu irmão e seu pai. Além disso, Sun Woo tenta se vingar do seu inimigo que tomou para si o hospital do seu pai. Por isso,é preciso também contar a história de como o vilão afetou a família dele. Dá para passar por essas side-story sem sofrer muito tédio, sim. Mas que é entediante é!

Em Resumo: Vale a pena! 20 episódios dá uma preguiçazinha mas compensa. Se está em dúvida sobre ver ou não, tente o primeiro episódio pois esse é o tipo de drama que te pega pelo primeiro. E segure-se: tem bastante encontros e desencontros até o final.

Olha só The Greatest Marriage

Quanto sofrimento você pode suportar? e em nome de quem?

The Greatest Marriage
The Greatest Marriage

Nome: The Greatest Marriage/ 최고의 결혼

Ano: 2014

Sinopse: Era uma vez uma Cha Ki Young que, aos 35 anos ainda não se casou e, pra falar a verdade, não tinha muita paciência com isso. Como jornalista ( e âncora de um jornal), ela escreve um livro junto com Park Tae Young, um rico herdeiro que prefere cozinhar ao invés de ser… tipo, só rico. Os dois namoram e, eventualmente, ela engravida. Tudo se complica quando, depois de ver o quão patriarcal é a família do namorado, ela pula fora dessa história de casamento. O problema é que, na Coreia, ser mãe solteira parece ser a pior coisa que pode acontecer a uma mulher. Assim, Cha Ki Young começa a comer o pão que o diabo amassou…

Dá para olhar aqui

Porque olhar: Se você é sensível e foi praticamente criada com mãe solteira como eu, a última coisa que você vai sentir é tédio. O Drama acompanha a trajetória sofrida de uma mãe solteira e choca o público com o tanto de “realidade” que é mostrado. Queria eu dizer que todos os assuntos abordados lá foram aumentados para fazer as lágrimas rolarem, mas a verdade é que foi muito pouco aumentado. Ainda hoje na Coreia, as mães solteiras abortam ou dão o filho para a adoção. Sem falar que a lei tende, sim, a ceder a guarda ao pai.

Grávida e sozinha. Tem drama maior que esse?
Grávida e sozinha. Tem drama maior que esse?

Se eu achava que tinha xingado bastante nas cenas do pai machista em The Heirs, eu não tinha xingado nem a metade do que deveria. A família do Tae Young é absurdamente tosca e machista, e para acrescentar mais realidade ainda à estória, Tae Young por ele mesmo está longe de ser o cavalheiro no cavalo branco.

O outro antagonista e companheiro de trabalho da Cha Kiyoung, Jo Eun Cha, é um personagem que acrescenta mais drama à trama. Ele vai de vilão à herói e, no final, termina como ser humano.

Apoio? Nem da própria mãe!
Apoio? Nem da própria mãe!

De forma geral, nos 16 episódios dá para sofrer e chorar muito com esse drama.

O que ajuda na jornada: O roteiro é bem distribuído e passar pelos 16 episódios é fácil. Mas, por ser um drama da Tv Chosun – que é um canal pago – o começo parece ser uma história mal construída, senão perdida. De fato, o drama foi ganhando fama aos poucos e passou a ser exibido no formato de um episódio por semana ao invés de dois.

Também, se a sua praia é protagonistas fortes, quando menos você esperar já está no final do drama.

O que não ajuda: Está procurando um romance mamão com açúcar? Não chegue nem perto! Gosta de torcer por alguém com que a protagonista deveria ficar? Duvido que você consiga escolher um dos dois: cada um é pior que o outro. A última coisa que você vai encontrar é romances felizes.

O final, por outro lado, é um mistério. Eu considero que, para os padrões coreanos, foi bom. É complicado para eles mostrarem um final satisfatório quando envolve uma questão polêmica como essa, e o fato do drama ter fama já é um bom sinal de que as coisas podem mudar. Mas, também, o final é a prova viva de que, no final das contas, coreano tende a ignorar problemas espinhosos.

Em resumo: Tá cansada de dramas muito açucarados? veja The Greatest Marriage. E depois volte a ver um açucarado, pois ninguém aguenta tanta tristeza assim.

Olha só Emergency Couple

Com vocês, mais um drama da TvN

Emergency Couple, com Song Ji Hyo e Choi Jin Hyuk
Emergency Couple, com Song Ji Hyo e Choi Jin Hyuk

Nome: Emergency Couple/응급남녀

Ano: 2014

Sinopse: Era uma vez um casal que se casou no calor da paixão. Depois de muitas brigas envolvendo a sogra má e o estresse de não ter um bom emprego por não terem se formado, os dois voltam a se encontrar na sala de emergência de um hospital anos depois, formados e prontos para serem médicos.

Dá para olhar aqui

Porque olhar: Choi Jin Hyuk. Não há motivo mais forte do que ver o sorriso exótico desse ator, sem falar na oportunidade de vê-lo em um papel principal.

Choi Jin Hyuk Lindando
Choi Jin Hyuk Sendo Lindo

A história do drama como um todo nunca atinge um ápice emocional/de adrenalina, mas são boas as atuações dos protagonistas. Há uma certa tensão em saber quem vai ficar com quem, e dá para se indignar um pouco com a sogra má.

A história dos coadjuvantes também se desenvolve de forma satisfatória, a ponto de salvar alguns episódios. Sem falar que tem um bebê tão fofinho que dá vontade de ver só para apreciar as bochechas fofas ❤

Bebês asiáticos <3
Bebês asiáticos ❤

Ver esse drama te dá uma espécie de choque cultural. O casal principal esconde de todos que são divorciados pois sabem que é desvantagem no mercado matrimonial. Há até certo bullying envolvendo o status de divorciado deles, algo no mínimo estranho de se acontecer no Brasil. Dá para parar e pensar se isso é exagero do Drama para conseguir lágrimas/audiência ou se é assim que funciona na Coreia.

Em resumo, vale a pena olhar por ser um drama de família, que envolve sentimentos paternos assim como o significado do casamento.

O que ajuda na jornada: Choi Jin Hyuk e uma simpatia pela Song Ji Hyo. A personagem dela sofre um bocado mas encara de frente o desafio de estudar quando a sociedade diz que ela deveria ter continuado casada e quietinha.

Os primeiros episódios passam tranquilamente, mas eventualmente eles começam a enrolar bastante. Como alternativa para a queda da trama, o “plot twist” do meio carrega o resto da história até o final. Mas é preciso paciência para ver os 20 episódios sem largá-lo.

Se você teve paciência de ver as 8 temporadas de Doctor House e ainda hoje assiste Grey´s Anatomy, fazer a jornada não será problema para você. Se não, pense um pouco antes de tentar esse drama.

O que não ajuda: O roteiro como um todo é perdido. Uma hora a personagem gosta de fulano, depois não quer saber de nada, depois gosta de beltrano, e o final é aquilo que todos – quase – esperavam. Como já foi dito, é preciso gostar de casos médicos e de dramas familiares, se não é tédio na certa!

Personagens clichês, como a sogra má e escandalosa, também não ajudam nem um pouco. Muitas vezes te desperta mais tédio do que ódio.

 

Olha só The Heirs

Olá meu povo! hoje trago a resenha da sensação de 2013

The Heirs, com Lee Min Ho e Park Shin Hye
The Heirs, com Lee Min Ho e Park Shin Hye

Nome: The Heirs/ 왕관을 쓰려는자, 그무게를 견뎌라 (P.S.: em coreano, o título é a frase recorrente no drama “Aquele que deseja a coroa, deve suportar o seu peso”)

Ano: 2013

Sinopse: Era uma vez uma garota pobre – filha da empregada – que se apaixona pelo cara rico e tem que enfrentar a família malvada dele, que naturalmente é contra, claro. A vida do mocinho é um tanto complicado, pois ele é desprezado tanto pelo pai quanto pelo irmão. No meio disso vem a escola super alto estilo com bullying e aquela história toda que a gente viu em Hana Yori Dango (aka Boys Before Flowers, também com o Min Ho)

Dá para olhar aqui

Porque olhar: Vamos por partes. Se você é fã de kpop vai gostar de saber que tem um moço do CnBlue e uma moça do F(x) no elenco que, pasmem, Atuam bem PRA CARAMBA!

Lee Bo Na e Chan Young é uma grata surpresa. Um casal com química e charme, não tem como não amar Lee Bo Na e seus discursos rápidos

Lee Bo Na e Chan Young
Lee Bo Na e Chan Young

Já os protagonistas também foram um tiro em cheio. Min Ho, mais conhecido também como o melhor beijador da Coreia, não decepciona atuando como Kim Tan. Além do mais, ele nos presenteia com beijos como esse:

De tirar o fôlego!
De tirar o fôlego!

Um parêntese aqui: Dizem que, no roteiro, esse beijo era para ser devagar. Mas Lee Min Ho não nos decepcionou e foi com tudo! Selo Lee Min Ho de um beijo bem dado =P

Outro ponto forte do drama é a atuação e o personagem de Kim Woo Bin ( Como o irritante Kim Young Do)

              Era a atuação dele que era boa, juro!

Kim Young Do é o vilão que te irrita, mas no final você até entende o cara. Cheio de inseguranças, dá para sentir dó do coitado. Um ótimo desenvolvimento do personagem durante o drama, também.

Não posso deixar de elogiar a personagem da Cha Eun Sang. Ela é mais divertida do que o esperado, e conta com o diferencial de ter um amigo homem que não se apaixona por ela. 

O que ajuda na jornada: 20 episódios desanimam qualquer um cheio de preguiça como eu. Mas, incrivelmente, esse drama te prende desde o primeiro episódio com diálogos inteligentes e cenários agradáveis, como a casa de Kim Tan em L.A.

Durante a jornada, dá para você sentir dó, xingar certos pais loucamente e torcer por beijos com selo Min Ho.

(Aliás, quero acrescentar outro parênteses aqui. Fiquei com muita vontade de xingar um certo pai, torcendo para que alguém fizesse isso por mim. Infelizmente, na Coreia não se desrespeita os mais velhos, mas que deu vontade de dizer “Pai do Kim Tan, vai tomar no c*!”, deu.)

Mas nem tudo são flores; mais para o final começa as típicas enrolações. A vantagem é que não dura muito e, já que você chegou até o final, só mais um pouco acaba.

Eu considero um bom final, também.

Pobre Kim Tan sofrendo nessa casa feia
Pobre Kim Tan sofrendo nessa casa feia

O que não ajuda: Além da enrolação mencionada, a sinopse ( e a história, de certa maneira) é um pouco clichê. Muitos personagens perderam o rumo, como a vilã chatinha Yu Rae. Ela era chata e ficou chata até o fim. Há também os personagens desnecessários, como o Myeong Su. Acho que só chamaram ele para fazer aegyo durante o drama…

A trilha sonora também é algo que deixou a desejar. Love is the moment, do Changmin (2am) é uma música facilmente esquecível.

E vocês, o que acharam? Quem quer a coroa realmente tem que suportar seu peso? comentem ^^