Olha só Another Oh Hae Young

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Nome: Another Oh Hae Young/ 또! 오해영

Ano: 2016

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Sinopse: Era uma vez a primeira Oh Hae Young. Uma pessoa de beleza média, com uma vida mediana e com um noivo que… vá lá, mediano. Heis que um dia seu noivo diz que não, não quer se casar com ela. Ela, na depressão e tristeza pela rejeição, conhece Do Kyung, alguém que pode ser a cura para a sua tristeza…

Exceto que ele foi a causa! Do Kyung confunde a primeira Oh Hae Young com a segunda Oh Hae Young, sua noiva, e destrói o noivado dela… Da primeira Oh Hae Young, no caso. Daí ele tenta compensar com a primeira Oh Hae Young e já viu né =P

Porque olhar: Oh Hae Young ( A primeira hahaha) é tudo aquilo que eu, você e nós somos: Uma pessoa mediana, que sofre por amor que nem cachorro vira lata, corre atrás dos homens porque não quer ficar sozinha e sabe aproveitar todas as oportunidades que também estão carentes na sua frente =P

Se você já passou por um pé na bunda e gosta de ver alguém superando esse momento, esse drama é para você. A história em geral tem essa vibe de que é possível amar de novo mesmo que seja tudo um mal entendido.

Mas fica aqui meu aviso: Do Kyung vai te estragar para os homens da vida real. Homens da vida real geralmente fogem das Oh Hae Young da vida real.

O que ajuda na jornada: A primeira Oh Hae Young é alguém altamente gostável e, na minha humilde opinião, a segunda também é. A primeira e protagonista é do tipo de pessoa que você adoraria ser amiga e bater altos papos com ela.

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Quem nunca quis fazer isso perto do Crush?

Do Kyung e seus amigos também tem uma participação legal e não fica aquela forçação de barra que por vezes são os personagens secundários.

Do Kyung tem visões ao longo do drama que te deixa prontinha para ir para o próximo episódio, às vezes sabendo o que vai acontecer, às vezes não.

Junto com o romance um tanto clichê, tem um mistério no meio que não te deixa ficar entediada e te premia com um final surpresa e fofinho =D

Os protagonistas tem química e estão quase explodindo!

O que não ajuda: Sabe aquele drama em que o protagonista não quer se declarar para a protogonista porque tem X problema e não quer que ela saiba, daí ela acha que ele não ama ela e fica sofrendo e etc e etc…

Sim, tem muito disso. Se por um lado eu entendo as razões dele, enche o saco depois de alguns episódios. Mas a verdade é que todo esse drama de “quero mas não devo” nos proporciona alguns momentos bem… memoráveis hahaha

AOHY Abraço
Olha a mãozinha! hahaha

Em resumo:  Tá afim de um romance mais maduro, com cenas para rir e sentir vergonha alheia e ser premiada com um final bom? É isso que você estava procurando!

Olha só Hirugao: Love affairs in the Afternoon

Trair e coçar, é só começar!

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Hirugao, com Kichise Michiko e Aya Ueto

 

Nome: Hirugao: Love Affairs in the Afternoon/ 昼顔〜平日午後3時の恋人たち〜

Ano: 2014

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Sinopse: Era uma vez duas donas de casa, Rikako e Sawa, que estão entediadas com a própria vida. Rikako, ao contrário de Sawa, tenta sair da rotina tendo casos extra-conjugais com anônimos pela internet; Já Sawa continua na vida rotineira e vazia já que faz tempo que o marido nem mesmo comparece… Até que um dia Rikako encontra Sawa e resolve ensiná-la sobre o fruto proibido.

Porque olhar: Assim como ter um caso, esse dorama é tão excitante quanto! Uma boa dose de hormônios, outra dose de plot twist e você já fica vidrada acompanhando a sequencia de desastres que é ter um caso quando se é casada.

Esse dorama virou polêmica porque aborda uma realidade japonesa das donas de casa que usam seu tempo livre à tarde para ter um caso. Há um ótimo artigo no Japão em Foco sobre isso.

O destaque fica por conta da Aya Ueto, um das atrizes japonesas mais competentes. Não exagera no Kawaii mas também não parece um robô na hora de atuar.

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A abertura é um show para os olhos

Os boys magias desse dorama estão de parabéns! é um colírio para os olhos os dois protagonistas.

 

A trilha sonora também é boa; tem aqueles jpop básicos com uma levada de rock que me faz matar a saudade dos meus tempos de anime

O que ajuda na jornada:  São várias sequencias de pessoas segurando os forninhos da vida e dá para exclamar várias vezes “Eita Giovanna!” =P

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O dorama em momento algum te deixa entediada, ao contrário das duas protagonistas. O começo pode demorar para engatar, mas, o desenvolvimento não te decepciona.

O que não ajuda: São 11 episódios que foram muito poucos! O final deixou muito a desejar e a contar também. Fica aqui o alerta: se você é daquelas que fica bastante frustrada com o final tome cuidado.

Basicamente, algumas personagens sequer resolveram seus próprios problemas. Sabe aquela moral da história que sempre esperamos? Parece que esqueceram de nos contar qual é nesse dorama. Com exceção, talvez, da Sawa. A Rikako é uma personagem perdida no roteiro

No começo eu não era fã de ninguém; achava as duas, principalmente a Rikako, pessoas irritantes. Mas, ao longo do dorama fui aceitando elas do jeito que elas são. Admito que isso pode ser um fator ruim que pode te impedir de engrenar o dorama.

Em resumo: Bateu aquela vontade de ver um dorama com drama, tragédias e hormônios? veja esse!

Olha só Kyou wa kaisha yasumimasu

Resolveram fazer um dorama sobre como eu penso quando arrumo um boy

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Com Ayase Haruka, Fukushi Sota e Tamaki Hiroshi

Nome: Kyou wa kaisha yasumimasu/ きょうは会社休みます (Tirando um dia de folga)

Ano: 2014

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Sinopse: Era uma vez  Hanae Aoishi, uma trabalhadora de quase 30 anos que ainda é virgem. Não é que ela estivesse se guardando para casar ou algo assim; das poucas oportunidades que teve, ela deixou passar. Maaas, heis que no aniversário de 30 anos ela recebe uma proposta indecente do novinho que trabalha com ela no mesmo escritório. Depois de hesitar ela aceita, sabendo que não tem nada a perder. Na manhã seguinte bate o peso na consciência; daí ela resolve fazer algo que nunca tinha feito antes: tirar um dia de folga do trabalho.

Porque olhar: Para mim esse dorama foi o guia ilustrado do que acontece quando alguém que está acostumada a ficar solteira arruma um namorado. A linha de pensamento dela é tão parecida com a minha que não pude evitar rir em vários momentos, mesmo não tendo muita graça =P

Os problemas e as paranoias dela podem parecer muito bestas e clichês mas, gente, quem nunca? Quem nunca virou para o próprio namorado e se perguntou porque diabos esse cara gosta de mim? Teve aquelas desconfianças bestas de adolescente quando na verdade já deveria ter mais experiência sobre relacionamentos?

Não interessa se você tem 21 anos como o namorado ou 30 como ela, relacionamento ainda é uma das coisas mais complicadas.

A evolução dela é algo bom de se ver e te deixa pensando bastante na própria vida.

O que ajuda na jornada: Apesar da trama ser bem devagar quase parando, tem alguns plot twist bem de leve que mantém a sua atenção. O que já não é tão difícil: são apenas 10 episódios.

No meu caso, eu tenho uma simpatia com a atriz Ayase Haruka e simpatizei também com a personagem. Sofri junto com ela essa barra que é gostar de alguém e ser mais velha.

O ator Fukushi Sota é outra grata surpresa: Que novinho bonitinho! Ele tem um sorriso que te deixa encantada

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E gente: tem o Mamoru! o cãozinho fofinha da protagonista. Como não amar?

<3

O que não ajuda: É um tanto devagar. Você fica na agonia de ver as coisas dando certo logo mas fica naquela lentidão…

Em outras palavras, é um bom dorama para ver depois de assistir um drama de ação alucinante. Porque ação aqui é só no final (e ainda é devagar)

Aliás, outro ponto fraco é o final. Cheio de clichês doramísticos mas, enfim, finalmente a protagonista colocou sua vida em movimento!

Em resumo: Está precisando de descanso? Quer pensar um pouco sobre essa sua vida de solteira que parece não ter fim? Está com paciência? Esse drama é para você!

Olha só Who Are You – School 2015

Ah! Se os roteiristas soubessem o quanto troca de identidades dá um boa história

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Who Are You – School 2015, com Kim So Hyun, Nam Joo Hyuk e Yook Sung Jae

Nome: Who Are You: School 2015/후아유: 학교 2015

Ano: 2015

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Sinopse: Era uma vez duas garotas idênticas. Uma vive em um orfanato e a outra vive com a mãe. As duas frequentam a escola de forma totalmente oposta: Eun Bi, orfã, é vítima de buylling; Eun Byeol é popular na escola. Quando Eun Byeol vai para a cidade de Eun Bi em uma viagem escolar, ela desaparece e Eun Bi toma o seu lugar, só que com um detalhe: Ela não lembra seu próprio nome. Nem o fato de que ela é Eun Bi e não Eun Byeol.

Porque Olhar: Porque tem usurpadora feellings gente! Não é segredo para ninguém a minha paixão por essa novela. Se apaixonar pelo mocinho que na verdade era apaixonado pela gêmea é um prato cheio, assim como ver a mocinha se meter em enrascada por causa do que a gêmea (má?) fez =D

No caso de Who Are You, nós temos o cenário escolar e toda aquela sensação do primeiro amor… que na verdade é um triângulo amoroso. Aliás, sobre esse triângulo, ele é bastante convincente e super zoado – mas fica o alerta: cuidado para não shippar errado!

Ou não… na verdade não tem como torcer para o casal certo. O certo é deixar o drama te levar.

A moça que interpreta as Euns está um amorzinho e as gêmeas ganham realmente personalidades distintas com ela. Ao lado dela, o outro prêmio vai para o Han Yi Yang, interpretado por um ator que não conhecia. Ele é novinho e faz papel de novinho convicente.

E, gente, que moço alto! Eu achava que não tinha um fraco por homens altos, mas ele me provou o contrário.

Ai meu corassaum
Ai meu corassaum

Já o moço da outra ponta do triângulo também desempenha bem o seu papel – e é mais um caso de idol em dramas. A ele coube a parte do adolescente rebelde… Que no começo não me convenceu. Mas já para o final estava torcendo por ele!

Esse é um dos poucos dramas que contém o tema bullying mas não deixa solto como foi o caso de Angry Mom. As gêmeas mostram os dois lados para se lidar com isso: uma deixa claro que a culpa não é da vítima e a outra deixa claro que se defender também é uma ótima opção.

E a trilha sonora? tem um rockizinho bem legal que quebra a monotonia das baladas românticas que nunca deixam os dramas coreanos. Mas, como as baladas românticas não podem faltar, também tem a Younha e a Yoon Mi Rae para romantizar.

O que ajuda na jornada: Um primeiro episódio bom pra mais de metro! Aos 10 minutos eu já tinha a certeza de que esse eu ia até o final – dito e feito.

Já falei e vou repetir: quem não adora troca de identidade/amnésia gente? A mocinha se readaptar a um novo ambiente ao mesmo tempo que a outra está desaparecida é tão velho como andar pra frente – mas tão divertido quanto.

O recurso de depoimentos dos personagens no começo de cada episódio – usado também no famoso “You who came from stars” – é ótimo para adicionar um toque de drama e realismo, sem falar que nos faz entender melhor como eles se sentem diante de tudo o que acontece. Particularmente, eu adoro esse recurso! Uma pena que depois de um tempo eles esquecem disso.

O que não ajuda: Infelizmente tem sim os momentos de tédio. A parte em que o povo briga te deixa meio com sono, mas, não desista que daqui a pouco vem um plot twist muito legal! Daí pro final volta a ser tão interessante como o começo.

Sabe o recurso de depoimentos que falei que adorava? como eu já disse não é em todo episódio – mas nos que tem é legal.

Outra ponto é a confusão de quem fica com quem no final… Eu acho que mais ajuda do que atrapalha a jornada, mas como tem muita gente que gosta dos casais claros e definidos pode ser um empecilho. Fica o alerta: o final é um pouco aberto.

Bônus

Sabe o lugar em que a Eun Byeol desapareceu? Eu estive lá! A vista de lá de cima é mara! Confere só o vídeo

Olha só Oh My Goshtess

Uma menina sem graça com um Chef de cozinha arrogante só tem graça com um fantasma divertido

Oh My Gosthess, com Park Bo Young e Jo Jeong Suk
Oh My Gosthess, com Park Bo Young e Jo Jeong Suk

Nome: Oh My Goshtess/ 오 나의 귀신님

Ano: 2015

Sinopse: Uma fantasma virgem, que ainda estava #chatiada por não ter se divertido enquanto viva se diverte tentando seduzir homens no corpo de outras pessoas mas nunca consegue. Até que um dia a fantasma finalmente consegue entrar e ficar no corpo de Na Bong Song, que tem uma personalidade apagada e trabalha em uma cozinha… cheia de homens!

Dá para olhar aqui

Porque olhar: Sabe aquele enredo que se desenvolve com gosto? que te faz rir, chorar, morrer de raiva, morrer de fofura e no final sair satisfeita com a boa história? É esse drama!

A começar pelo chefe de comida italiana que é um pão. Juntando com todos os cozinheiros e suas personalidades próprias faz desse um drama com a história bem feita. O Chef, em especial, ao longo do drama ele também se mostra uma pessoa que oscila entre a confiança e a insegurança… Quem nunca?

Tá aprovado
Tá aprovado

Agora a mocinha em si é bastante sem graça. Insegura até o fim, ela só passa a brilhar depois que a fantasma toma conta. E que fantasma divertida! torci muito por ela do começo ao fim. A química dela com o Chef é inegável, o que proporciona momentos não só divertidos, mas também sexy.

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A oscilação da Park Bo Young entre a sem graça Na Bong e a espitiruosa Soon Ae me fez admirá-la bastante como atriz. E eu que achava ela apenas um rosto bonito =P

O que ajuda na jornada: A fantasma que carrega a história toda. No começo ela parece ser apenas uma história por trás da principal, mas, ela é tão divertida que eu aposto que os escritores resolveram dar muito mais tempo para ela do que para a sem graça da Na Bong.

Outro ponto positivo é que a história da fantasma se desenvolve proporcionamente ao longo dos 16 capítulos, o que garante uma jornada menos entediante e mais aproveitável

O mistério que ronda a morte da fantasma Soon Ae junto com os divertidos personagens da cozinha do Chef faz um drama livre de qualquer tédio.

O relacionamento do chefe com a fantasma tambem é algo que dá gosto de ver. Ela pensa que sua questão não resolvida na terra é ter morrido virgem. Quando descobre que o Chef talvez seja o único homem que dará conta do recado ela vai em cima. Arranca umas boas risadas.

Mão boba
Mão boba

O que não ajuda: Apenas duas coisas não ajudaram: o começo e o final. O primeiro episódio é entediante mas compensa com o segundo, quando a história realmente começa.

O final.. bem, sem querer dar spoilers, foi o que tinha que ser mas mesmo assim fiquei triste. Como dizem por aí, shippar errado é uma eterna dor no coração.

Em resumo: vejam porque vale muito a pena e é material para ser lembrado e recomendado. Mas tomem cuidado com os seus corações =(

Olha só Mask

Foi só bater o olho na sinopse antes de estrear que eu sabia que ia ser sucesso!

Mask, com Su Ae e Ju Jin Hoon
Mask, com Su Ae e Ju Jin Hoon

Nome: Mask/ 가면

Ano: 2015

Sinopse: Byun Ji é alguém da classe média, com uma vida média e problemas de classe média. Seu pai está afundando em dívidas, sem irmão só se mete em encrencas e sua mãe trabalha que nem um burro de carga. Ela, por sua vez, também tenta sobreviver trabalhando no shopping como vendedora. A sorte (ou azar) dela muda quando So Eun Ha, a rica herdeira de casamento marcado com outro rico herdeiro (Min Woo) se encontra meio… morta, e querem substituí-la por uma cópia… que é a própria Byun Ji!

Dá para olhar aqui

Porque olhar: Não importa quantos desse tipo já tenha sido feito, troca de identidade sempre vai te dar aquele friozinho na barriga quando alguém está prestes a descobrir! Sem falar no dilema clássico que sempre lembra a novela Usurpadora de se apaixonar pelo marido que não é seu.

Mask tem tudo o que uma troca de identidade pede: testes de DNA, chantagem, casa pegando fogoe aquela sensação de romance proibido. E quem não gosta disso né?

A Su Ae está uma fofa no papel de Byun Ji/So Eun Ha. Aliás ela é uma fofa!

Su Ae e seu sorriso fofo
Su Ae e seu sorriso

O ponto forte desse drama é sem dúvida a Byun Ji. Chantageada pelo Suk, sua personagem foi bem verdadeira em sua evolução. Ela passa pela negação, depressão e aceitação da sua situação de forma natural, sem aquela aceleração/lentidão que por vezes acontece. Ela sofre no tempo dela mas também dá a volta por cima – triunfante, do jeito que a gente gosta =D

O relacionamento dela com Suk hoon é, na verdade, o que sustenta boa parte da história. E que atuação boa do Yeon Jeon Hun! Dá para sentir medo das chantagens dele – outro vilão que adoramos odiar.

Olha aqui!
         Olha aqui!

Também me atraiu muito o fato de que a Byun Ji não acabou sendo aquelas desmioladas que fazem tudo pelo amor de um homem; ao contrário, ela está mais preocupada com o bem estar da própria família. O que faz dela uma personagem mais madura que muitas heroínas de drama por aí.

Mãe é mãe
Mãe é mãe

O que ajuda na jornada: São 20 episódios equilibrados. o começo te dá mais vontade e tem mais interação do que a metade, é verdade, mas uma vez que você está no bonde é fácil percorrer o caminho inteiro sem arrependimento algum.

O enredo de troca de identidade é um dos enredos mais automáticos que conheço pois sempre segue a ordem de: troca de identidade->chantagem/medo de ser descoberta->os momentos de quase descoberta por causa de algum vacilo e finalmente a descoberta. Como isso vai acontecer no caso da Byun Ji e do Min woo é que é interessante de se ver.

Os episódios são nomeados de acordo com um tema e é super interessante ver como eles desenvolvem esse tema ao longo daquele episódio. É o tipo de coisa que eu adoro analisar =P

O que não ajuda: A Byun Ji se apaixonando pelo Min Woo é processo duvidoso… mas no final você acaba acreditando. Poderia ter sido melhor.

Outra coisa que poderia ter sido melhor foi a atuação do Ju Jin Hoon como Min Woo. Ele está tão fraco que ficou ofuscado pela Su Ae e o Yeon Jeon Hun. Até a Yu In Young no papel da irmã dele estava melhor. Consequencia por ter ficado fora das telas por muito tempo? Difícil saber.

Mask Min Woo
Um dos poucos “méritos” dele hahaha

Em resumo: Se você é fã de a usurpadora e adora uma troca de identidade, vai sem medo.

P.S.: No episódio 13 os personagens vão visitar Damyang, a cidade coreana em que acontece o festival de bambu. Eu já estive e queria tirar vantagem mostrar para vocês o quão perto eu estive de encontrar a fofa da Su Ae:

Os pombinhos
                     Os pombinhos
E eu
                           E eu

Olha só Angry Mom

Bullying exagerado pode fazer um bom drama? Sei lá, mas uma mãe disfarçada de estudante certamente é!

Angry Mom, com Kim Hee Sun, Kim Yoo Jung e Ji Hyun Woo
Angry Mom, com Kim Hee Sun, Kim Yoo Jung e Ji Hyun Woo

Nome: Angry Mom/앵그리맘

Ano: 2015

Sinpose: Bullying na vida escolar é um fato. Mas não para Kang Ja, que virou mãe quando ainda era adolescente e era gânster nas horas vagas. Ao descobrir que sua filha, Ah Ran, está sofrendo um bullying pesado na escola, resolve denunciar os malfeitores.. mas a vida não é tão simples né? Niguém irá ouvir a mãe de uma estudante que está sendo maltratada pelo filho do dono da escola. E é assim que Kang Ja faz o que qualquer mãe com raiva faria: se disfarça de estudante para descobrir e punir ela mesma os malfeitores. Afinal, se você quer algo bem feito deve fazer você mesmo, não é verdade?

Dá para olhar aqui

Porque olhar: Levante a mão quem não se amarra ver pessoas disfarçadas se infiltrarem em um colégio. Sendo receita de sucesso de muitos filmes, com esse drama  não poderia ser diferente. As aventuras de Kang Ja como Jo BangWol te arranca umas boas risadas pois a atuação da Kim Sun Hee é ótima! Interpretar uma adolescente de 15 anos com quase 40 não é problema nenhum para ela.

“Angry” não é à toa!

A história, como eu disse, é um comédia balanceada com o drama que é o bullying escolar. A luta da mãe da Ah Ran parece forçado, é verdade. Mas uma coisa eu digo tendo vivido aqui na Coreia por quase 1 ano: O que parece forçado muitas vezes é a realidade.

O drama conta com personagens bastantes memoráveis como Go Bok Dong e a própria Kang Ja. Aliás, a Kim Sun Hee tá dando um show nesse drama!

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Outra que também está ótima é a Kim You Jung. E como ela cresceu! o que não mudou em nada a boa atuação dela.

A história segue a linha bem comum de comédia e uma sucessão de dramas (e bota drama nisso!). Ela é capaz de te fazer rir por três episódios seguidos e ficar tensa até o final. Outro ponto que segura a história é a questão da paternidade da Oh Ah Ran. E, gente, como eu sofri nessa!

A trilha sonora é também bastante única. Ela foi produzida pelo trompetista da banda Winterplay – que eu já amava antes – então é recheada de trompete. É muito legal ver músicas do última álbum do winterplay no drama, como a ótima “Yoboseyo”. Outra música memorável é a I´m sorry, I love you da Ali.

Aliás, até a Kim Sun Hee se arriscou a cantar nesse drama.

O que ajuda na jornada: como eu disse, o combo comédia-drama deu certo! O relacionamento da Kang Ja com o Bok Dong te arranca boas risadas, quando não a própria Ah Ran. Até a Gong Ju, com os seus gansters de tiara também é engraçado.

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Em sequencia vêm o drama. A certa altura, o drama se desenvolve em torno de dois grandes crimes. Um é até um pouco entediante, mas o outro não tem como ser!

Basta ter uma mãe – não precisa nem ser uma – para provar do sofrimento da Kang Ja. Injustiçada de várias maneiras, eu sentia vontade de ir abraçar a minha mãe toda vez que a Ali começava cantar. Não porque ela passou por isso; mas porque de alguma forma todas as mães estão sujeitas a se sentir agonizadas desse jeito. Fica aqui a campanha: você já abraçou sua mãe hoje? hahaha

O que não ajuda: Os primeiros episódios. São apenas 16 episódios mas do segundo para o terceiro para mim foi um tanto fraco. Até deixei de molho um pouco antes de voltar a ver. Mas, uma vez que você engata, ele vai em frente!

Em resumo: Tenha certeza de que pode abraçar a sua mãe quando ver esse drama. Não importa quem ou onde ela esteja, todas elas merecem.

Olha só Cruel City (a.k.a Heartless City)

Quem diria que a luta entre traficante e policiais disfarçados poderia dar certo em um drama coreano?

Heartless city, com Lee Jae Yoon, Jung Kyung Ho e Nam Gyu Ri
Heartless city, com Lee Jae Yoon, Jung Kyung Ho e Nam Gyu Ri

Nome: Cruel City/ Heartless City/무정도시

Ano: 2014

Dá para olhar aqui

Sinopse: Seoul, Coreia do Sul. Era uma vez um traficante que está chegando cada vez mais ao topo da cadeia alimentar; Era uma vez, também, um policial e sua namorada que estão querendo chegar cada vez mais perto dessa tal cadeia. É assim que se desenvolve Heartless City: um correndo atrás do outro.

Porque olhar: Se você cansou do açúcar dos romances aqui está uma boa dose de sangue bem feito. O título inicial do drama – undercover – te dá uma ideia da sucessão de surpresas da qual esse drama é feito. A história principal é contada com alguns flashbacks mas sem deixar para trás a história que está rolando no momento. É o tipo de narração que eu adoro!

HC tapa

O desenrolar, como um todo, é um pouco previsível – admito –  mas o final tem espaços para uns bons xingamentos e “como assim(s)??”

O que ajuda na jornada: A história é contada de maneira tão fluída que 20 episódios não parecem nada. O Personagem de Jung Kyung Ho (Doctor´s son) é algo que dá gosto de ver. Eu já era fã desse ator desde que vi o filme “My Lovely Week” e me apaixonei mais ainda. Tá certo que o personagem em si é bastante inexpressivo, mas, quando se expressa, dá um show. Tem um ótima matéria sobre ele no BrazilKorea

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Outra grata surpresa é o gatíssimo Lee Jae Yoon. Com uma atuação decente ele leva o drama até o fim e ainda serve de colírio para os nossos olhos

Aquele momento estranho de um ângulo estranho
Aquele momento estranho de um ângulo estranho

O que falar da química do casal principal? a atriz que faz par com o Doctor´s son também é uma grata surpresa; Nam Gyu Ri parece tanto uma boneca que eu julgava incapaz de atuar. Mas sim, ela faz um bom trabalho e nos presenteia com beijos como esse:

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O que não ajuda: O primeiro episódio e só! Devo confessar que o primeiro episódio não me atraiu de maneira nenhuma. Entre o primeiro e o segundo episódio demorei meses. Mas como tenho a política de largar um drama apenas no segundo episódio segui em frente. Ainda bem!

O primeiro episódio é realmente perdido porque parece que você pegou o bonde andando. Mas com o recurso dos flashbacks dá para pegar o bonde rapidinho.

O desenvolvimento do casal principal é, também, de certa forma duvidoso e pouco crível. O drama dá mais prioridade à briga de gato e rato do que aos pombinhos. Fazer o quê, né?

Em resumo: Cansou daquela velha história da mocinha correndo atrás do mocinho e vice versa? Esse drama é para você. Aqui quem corre é para salvar a própria vida.

Olha só Empress Ki

Ki Sunyang é uma mulher forte, daquelas que bate em homem e se torna uma imperatriz. Pura diversão!

Empress Ki, com Ha Ji Won
Empress Ki, com Ha Ji Won

Nome: Empress Ki/ 기황후

Ano: 2013

Sinopse: A vida não é fácil quando se é mulher. Principalmente quando a antiga dinastia coreana tinha o dever de enviar várias mulheres e crianças para servir de concubinas e serventes na dinastia Yuan chinesa. E você é uma delas. Foi isso que quase aconteceu com SungNyang. Ela deu a volta por cima e acabou por se tornar a Imperatriz Chinesa.

Dá para olhar aqui

Porque olhar: Motivos não faltam! mas vamos lá: primeiramente temos a fotografia fantástica de quase todos os dramas históricos – que dessa vez inclui as instalações da China e não somente da Coreia. Segundamente (=P) a protagonista: Ha Ji Won encaminhando pros 40 anos parece jovem e ainda dá conta do recado. Ela é, sem dúvida, uma heroína que te inspira.

Dois homens atrás de mim. Que saco.
Dois homens atrás de mim. Que saco.

São 50 episódios recheados de boys magias. Tá, confesso que, para mim, o rei coreano não tem tanta magia quanto o Imperador chinês. Ju Jin Mo é um quarentão conservado, mas ainda não consigo achar bonito. Já o Imperador interpretado por Ji Chang Uk tá chegando nos 30 e dá um caldão! Também tem os chineses maus que dão um caldinho =P

Caldão <3
Caldão ❤

Mesmo assim, eu gostei dos dois com ela, tanto o Rei como o Imperador. Aliás, que escolha sofrida é tentar saber com quem ela deve ficar! Porque ela está em um, odeia o outro, ai desenvolve outros sentimentos, uma confusão! E um ótimo motivo para ver! Cansou de dramas que é óbvio com que a protagonista vai ficar e quer sofrer/duvidar um pouco? Corra para ver esse!

Outro ponto legal são as intrigas palacianas: esse tem pra dá e vender. Dá até vontade de ler os clássicos chineses como A arte de guerra. E é exatamente por causa dessas intrigas que você mal pode esperar por mais um episódio!

Momento
Momento “Te pego lá fora”

Eu simplesmente adooooro quando tudo parece estar perdido e a protagonista tem aquela ideia brilhante. Sem falar nos vilões; um pouco clichê, talvez, mas é o tipo de vilão que amamos odiar!

O que ajuda na jornada? Por ser 50 episódios, o centro da trama muda a cada episódio. Apesar de parecer longo, a história se encaminha de modo que você está no episódio 30 mas ainda não sentiu isso. Até o episódio 30 parece que a história mal começou!

A trilha sonora, também, não deixa a desejar. Algumas cenas de batalhas feitas com músicas românticas deram um contraste ótimo para os sentimentos dos personagens. Mas fala sério, se em 50 episódios não tivesse música boa alguma coisa a MBC estaria fazendo de errado! Destaque para a música do Ji Chang Wook mais para o final; adoro vozes graves.

O figurino é um primor! as cores que ela usa durante o drama dá gosto de ver.

Fonte: http://forums.soompi.com/en/topic/335840-drama-20132014-%E2%99%9A-empress-ki-%EA%B8%B0%ED%99%A9%ED%9B%84-%E2%99%9A/?page=1290#comment-17658153
Fonte: Soompi

O triangulo amoroso, também, é um bônus. Não lembro de ter visto uma mocinha de drama realmente amar dois homens. E isso, para mim, só tem a enriquecer esse drama.

O que não ajuda: 50 episódios são sinônimos de preguiça. O começo me prendeu naturalmente,mas, para algumas pessoas talvez não seja o caso. Para dizer a verdade, quando chega nos episódios 40 dá uma sensação de cansaço. Mas, ajoelhou tem que rezar. Fica cansativo mas o roteiro ainda é ótima e se sustenta. Dá preguiça, mas, se vocês deixarem a preguiça de lado eu garanto: Vale a galinha inteira! Mal passam mais 3 episódios você está fissurada de novo – e assim até o final.

Outra coisa ruim é que, se você não tem um pouco desse instinto masoquista que eu tenho, não vai gostar da protagonista indo de um homem para outro e talvez nem ache os seus motivos válidos. Pois eu achei e consegui acompanhar os sentimentos dela. Aliás, uma dica: não tome lados dos homens, se não é frustração na certa.

E, mais para o final, a coisa fica super tensa… tão tensa que, mesmo os vilões que eu amava odiar não estava odiando mais. Deu até dó. Sem falar no desgaste da heroína. Ela se desenvolve super bem como pessoa mas… fica um certo vazio de quando todos os seus sonhos são esmagados pela realidade.

EK Chorei

Em Resumo: Dramas épicos são épicos por um bom motivo: seu coração passa por uma verdadeira Odisseia. É só a preguiça que te impede de ver e gostar porque todos os ingredientes de um bom drama estão aqui =D